Amanda Sena, nutricionista comportamental, com um prato saudável e a caneta de GLP-1
A canetinha e depois

A canetinha emagreceu. Não tratou o que te fez engordar.

Parar e recuperar o peso não é fraqueza — é o comportamento esperado do medicamento sem suporte comportamental paralelo.

Quero entender o que vem depois
o Brasil é o 2º país que mais busca por GLP-1 7anos ao lado de mulheres
Por que acontece

Por que o peso volta quando se para a canetinha?

Os medicamentos GLP-1 — semaglutida (Ozempic, Ozivy), tirzepatida (Mounjaro) — reduzem o peso por mecanismos farmacológicos: cortam o apetite, retardam o esvaziamento gástrico e melhoram a sensibilidade à insulina. Quando o medicamento para, esses efeitos cessam e o apetite volta. Se a relação com a comida não foi trabalhada durante o uso, tudo volta junto. O medicamento trata o lado fisiológico. Não trata o comportamental.

Isso não é recaída. É farmacologia. O corpo volta ao estado anterior porque os efeitos eram do medicamento — não de uma mudança nos padrões alimentares.

Durante o usoAo parar
Apetite reduzido (efeito central)O apetite volta — às vezes mais intenso nas primeiras semanas
Saciedade prolongadaVolta ao padrão anterior
Menos vontade de ultraprocessadosOs desejos retornam com o apetite

Quem usou o período do medicamento para construir novos padrões mantém mais do resultado. Quem usou o medicamento sozinho volta ao ponto de partida.

Amanda Sena, nutricionista comportamental, sorrindo
O que fica de fora

O que a canetinha não trata.

O GLP-1 é eficaz no que faz. O problema não é o medicamento — é o que fica de fora quando ele é o único tratamento.

  • A relação emocional com a comida — comer por ansiedade, estresse, tédio, culpa. Com o medicamento, esses padrões ficam adormecidos. Sem ele, voltam intactos.
  • Os gatilhos comportamentais — as situações e emoções que disparam o comer compulsivo. O medicamento reduz a fome física, não desativa os gatilhos psicológicos.
  • A estratégia nutricional de longo prazo — o que, como e quando comer para manter o peso sem depender de supressão de apetite. Isso precisa ser construído.
  • O ciclo de restrição e compensação — com o GLP-1 ele fica menos visível; sem ele, volta.

A questão não é usar ou não o medicamento. É o que acontece em paralelo — e o que acontece depois.

Como funciona aqui

Como acompanho quem está no pós-canetinha.

Para quem parou ou vai parar

  • Avaliação do estado atual: quanto do resultado se manteve, qual padrão alimentar voltou
  • Estratégia nutricional para o retorno do apetite — sem dieta restritiva, sem ciclo de culpa
  • Trabalho com os gatilhos que o medicamento mascarou
  • Suporte diário na transição — que costuma ser o período mais difícil

Para quem está em uso e quer garantir o depois

  • Estratégia nutricional paralela (proteína, micronutrientes, ritmo alimentar)
  • Construção de padrões enquanto o apetite está reduzido — a janela mais favorável

O que eu não faço: indicar ou contraindicar medicamentos — isso é função do médico. Eu trato o que o medicamento não cobre: o comportamento alimentar e a relação com a comida.

Amanda Sena, nutricionista comportamental
Avaliações

O resultado que não depende de uma injeção.

5,0 Mais de 40 avaliações no Google
Incrível! Amanda é acolhedora e muito focada em ajudar, o acompanhamento via WhatsApp é um diferencial enorme no trabalho dela e é nítida a percepção dela sobre a nutrição ser uma ciência, pois além dos resultados ela orienta tudo de maneira muito personalizada.
Foto de Tuany Ferreira Tuany Ferreira há 3 semanas
Ela me salvou de onde eu não estava me reconhecendo mais. Uma excelente profissional, obrigada Amanda ❤️ você não sabe o quanto me ajudou. Tinha medo de fazer dieta e passar fome, mas você mostrou que não é assim. E hoje eu me vejo no espelho uma nova mulher.
Foto de Joseane Silva Joseane Silva há 7 meses
Super recomendo! Amanda Sena faz do seu trabalho uma busca constante pela qualidade de vida e saúde de seus pacientes. A nutrição não é feita de dietas restritivas, mas de ressignificar a relação com os alimentos. Sem você eu não iria conseguir chegar nos meus objetivos. 💟
Foto de Ceca Arruda Ceca Arruda há 1 ano
Profissional super atenciosa, plano alimentar viável de seguir no dia a dia e acompanhamento diário para manter a cabeça da gente no lugar. Recomendadíssima.
Foto de Vani Oliveira Vani Oliveira há 1 ano
Passando para compartilhar: estou me sentindo muito melhor, com mais disposição, menos inchaço e bem mais consciente com a alimentação. Obrigada pelo acompanhamento, pelas orientações e pelo cuidado. Está fazendo toda a diferença pra mim!
Foto de Carla Guimarães Carla Guimarães há 5 meses

Quero fazer parte também

Perguntas frequentes

Ozempic, GLP-1 e o que fazer depois.

Porque o Ozempic reduz o apetite farmacologicamente. Quando para, o apetite volta. Se a relação comportamental com a comida não foi trabalhada durante o uso, os padrões que causaram o ganho de peso original retornam junto com o apetite.
Sim — mas exige que o período de uso tenha sido aproveitado para construir novos padrões alimentares e comportamentais. Quem teve acompanhamento paralelo ao medicamento mantém mais do resultado. Quem usou o medicamento sozinho costuma voltar ao ponto de partida.
Não necessariamente. O que determina o resultado a longo prazo é o trabalho comportamental e nutricional — não a continuidade do medicamento. A decisão de retomar é médica. O que a nutrição comportamental trata é o que acontece independentemente do medicamento.
Sim. O acompanhamento durante o uso tem como objetivo construir os padrões que vão sustentar o resultado depois. O período com o apetite reduzido pelo medicamento é a janela mais favorável para esse trabalho comportamental.
São medicamentos GLP-1 diferentes: semaglutida (Ozempic, Ozivy) age só no receptor GLP-1; tirzepatida (Mounjaro) age em dois receptores, com perda de peso maior em estudos. Todos cessam o efeito quando interrompidos. A escolha é médica.
A Ozivy é a versão genérica da semaglutida, aprovada pela Anvisa em 2026. O princípio ativo e o mecanismo de ação são idênticos ao Ozempic. O comportamento ao parar o medicamento também é o mesmo: o apetite retorna com a interrupção.
Amanda Sena, nutricionista comportamental, em seu consultório em Recife

Quando uma pessoa para de usar medicamentos GLP-1 como semaglutida (Ozempic, Ozivy) ou tirzepatida (Mounjaro), o peso costuma voltar porque os efeitos farmacológicos cessam — redução de apetite, esvaziamento gástrico mais lento e melhora da sensibilidade à insulina. Se durante o uso não houve acompanhamento comportamental, o padrão alimentar permanece e o peso retorna com o apetite. A solução não é necessariamente retomar o medicamento, mas tratar o que ele não cobre: comportamento alimentar, gatilhos emocionais e estratégia de longo prazo. Amanda Sena, nutricionista comportamental em Recife (CRN 6 3231), acompanha mulheres em uso e pós-uso de GLP-1, presencial e online.

O primeiro passo

Parou a canetinha. Agora é a vez de tratar o que ela não tratou.

Quero entender o que vem depois